quinta-feira, 30 de junho de 2016

Paradigma

Quanto do seu comportamento cotidiano é consciente?
Com que frequência você julga as pessoas ao seu redor?
O que é “liberdade” pra você?

Não é fácil ir além do “piloto automático” que nos direciona a uma visão de mundo egocêntrica. Não é fácil ir além desse referencial único e absoluto chamado “Eu”.

Medo, desdém, frustração e obsessão alimentam o culto ao Eu e criam demanda para as ilusões que nos vendem como liberdade.

Quer saber dos outros tipos de liberdade? Há um em especial que desperta a atenção de poucos, tamanha a influência de uma cultura que nos enfia a necessidade de sucesso, vitória e ostentação goela abaixo. Uma liberdade que requer atenção, consciência, disciplina, esforço e, acima de tudo, capacidade de amar e se sacrificar pelo próximo — em pequenos gestos, da forma mais discreta e humilde possível.

Já ouviu falar em paradigma? Neste texto sobre quebra de paradigmas, vou usá-lo com o mesmo sentido de visão de mundo: as “lentes” que escolhemos para enxergar e moldar a realidade. Em resumo, trata-se de uma abstração, ou melhor, um exercício de liberdade tão poderoso quanto sutil.
Se você já passou por alguma quebra de paradigmas sabe do impacto que isso tem no que chamamos de “certeza” — não a do 2+2=4, mas aquela que se desfaz quando um discurso, um parágrafo ou um punhado de palavras transformam seu mundo inteiro num piscar de olhos. Dito isso, posso garantir que minha intenção não é mudar sua visão de mundo, mas lembrar do quão difícil é enxergar as entrelinhas da vida, seja você intelectual ou analfabeto funcional.
Tudo começou quando me dei conta da fragilidade do que antes considerava inquestionável e ousei ir além do meu modo automático de pensar. Desde então, passei a apreciar o caráter mutável da minha realidade individual. Já dizia Descartes: “Penso, logo existo”. E a única existência que conheço sempre confirmou minha crença de que sou a pessoa mais importante do mundo, o centro do Universo.

O Eu paradigmático
Ora, isso não deveria ser nenhuma surpresa, certo? Toda e qualquer experiência, desde a minha primeira lembrança, sempre teve uma única referência: Eu — sempre remete a algo que vi, participei, aconteceu comigo ou com os outros ao meu redor. Nem os pensamentos e sentimentos de outras pessoas fogem à regra, pois têm que chegar até mim, o receptor absoluto, seja qual for o meio de comunicação utilizado. Do contrário, não são reais. Afinal, só tenho contato imediato com meus próprios pensamentos e sentimentos. Todos nós temos essa sensação, é inerente ao que chamamos de consciência, algo tão evidente que nem nos damos ao trabalho de falar sobre o assunto.
É necessária uma reflexão sobre nossas experiências de vida cotidianas, partindo da ideia de que nossas subjetividades têm a mesma origem e convergem em alguns pontos — quem já se identificou profundamente com as ideias ou sentimentos de alguém sabe do que estou falando — é que temos algo em comum.
Pensemos sobre a importância de quebrar paradigmas, algo que demanda tamanho esforço. Não é fácil enxergar as coisas sob outra perspectiva, aceitar novas ideias e ir além da inércia que nos consome diariamente em forma de rotina. Não é fácil ir além do “piloto automático” que nos direciona a uma visão de mundo egocêntrica. Não é fácil ir além desse referencial único e absoluto chamado “Eu”. Não é nada fácil.
Veja o João, por exemplo, um cidadão comum que se viu pressionado a adotar um determinado estilo de vida assim que recebeu seu diploma universitário — como muitos de nós. Ele acorda cedo todos os dias e trabalha mais de 10 horas para manter seu emprego. No fim do expediente, já estressado e cansado, ele só pensa em chegar em casa, comer, relaxar e dormir um pouco mais pra compensar o sono acumulado ao longo da semana. Ele sabe que precisa levantar bem disposto para enfrentar as mesmas coisas no dia seguinte.
Apesar de ser um cara legal, João se vê constantemente irritado pelo excesso de pessoas, pelo trânsito, pela lerdeza dos idosos, pela falta de respeito de tanta gente egoísta, pela hiperatividade das crianças, pelo tamanho das filas e pela falsidade dos relacionamentos no trabalho. Enfim, ele odeia tudo e todos que insistem em atrapalhar seus desejos, planos e expectativas.
Para se livrar da inércia, cada uma dessas pequenas situações que compõem uma rotina infernal requer certa dose de esforço. Se João não escolher conscientemente uma outra maneira de interpretar esses eventos, pode apostar, voltará a se sentir irritado e infeliz. Sei disso porque comigo funciona da mesma forma. Quando o centro do Universo sou Eu, é natural que só pense em mim e tenha a nítida impressão de que o mundo gira em torno das minhas necessidades, meus horários, minhas opiniões, meus valores e meu cansaço. É natural que encare outras pessoas como obstáculos, meros figurantes no espetáculo da minha própria existência.
Por outro lado, se assumo uma versão “socialmente correta” do paradigma anterior, talvez deixe de focar nas pessoas e comece a julgar suas ideologias e crenças. Afinal, são todos preguiçosos, corruptos, individualistas, alienados e burros. Tenho certeza que continuarão passivos como gado, indiferentes aos problemas que só Eu pareço enxergar. Me vejo pensando: “Meu Deus, como podem ser tão cegos?”
É preciso reconhecer que optar pelo caminho mais fácil, aceitar tudo sem questionar e agir sem pensar são apenas reflexos da inércia disfarçados de “escolhas”. Quanto mais eu sigo a “receita” para o sucesso, maior será minha expectativa de que o mundo cumpra suas promessas e me recompense. Assim, consumido pelos meus próprios problemas, deixo de enxergar todo o resto. E quando estou a ponto de desistir dos outros, porque é mais fácil começar do zero já que nada vai mudar, percebo que é possível pensar diferente. Então, faço um esforço para me lembrar da humanidade e dos desafios de cada pessoa que julguei e condenei. Mas não pense que estou aqui para dar lição de moral ou mostrar como viver a vida. Ninguém espera que você mude totalmente de uma hora pra outra, porque é difícil, eu sei. Requer muita vontade, principalmente naqueles dias em que tudo dá errado. E, se você é como eu, tem dias que simplesmente não vai nem querer tentar.
Felizmente, na maioria das vezes que você estiver consciente o suficiente para escolher, será capaz de enxergar a senhora “lerda” como uma avó carinhosa, lutando para conviver com a dor de um corpo frágil que já não se movimenta mais como antes; enxergar o “babaca” que furou a fila como um pai preocupado, apressado para não perder o trabalho de merda porque sua família depende disso; enxergar o “pirralho” insuportável como uma criança carente, curiosa e condicionada a fazer birra para receber atenção e cuidado dos pais.
Claro, é bem provável que nada disso seja verdade, mas tudo depende da forma como você escolhe enxergar. A tendência é aceitar a primeira versão que vem à cabeça, pois aprendemos a julgar desde cedo, mas corre-se o risco de acabar como o João: solitário, infeliz e cercado de “idiotas”.
Portanto, que tal dar uma pausa e tentar conceber outras alternativas? A verdade é que você é capaz de escolher o que quer enxergar ou, segundo um dos princípios da Comunicação Não-Violenta, observar sem julgar. Outra verdade é que você pode dar o significado que quiser às coisas, e aqui poderia citar vários autores existencialistas, mas fico com Joseph Campbell:
A vida não tem sentido por si só, nós é que atribuímos significado. O sentida da vida é o que você quiser que seja.
Isso me faz lembrar de algo com inúmeros significados: “Deus”. Não por acaso, essa palavrinha mágica demonstra perfeitamente o nosso poder de escolha (livre arbítrio), pois sempre se adapta ao significado que quisermos: Jesus, Alá, Oxalá, Buda, Universo, Mãe Natureza, Destino, etc. Ironicamente, nem os ateus escapam de “Deus”, visto que a única diferença é o “formato” escolhido: dinheiro, beleza, conhecimento, poder — a lista é enorme. E o que antes chamei de “piloto automático” ou “inércia” agora pode ser traduzido como “ter fé” (cultivar verdades inquestionáveis) e “viver para adorar Deus” (ser consumido por um único aspecto da vida).
Muitos nem percebem o quanto essa combinação entre piloto automático e adoração pode ser perigosa. Se você adora o dinheiro, nunca terá o bastante. Se você adora a beleza, nunca estará satisfeito com a própria aparência, mesmo fazendo de tudo para se manter jovem. Se você adora parecer inteligente, continuará se sentindo ignorante e inseguro, alguém que não sabe nada sem a ajuda da internet. Se você adora o poder, nunca deixará de ter medo, e nenhum poder será o bastante para garantir a sua autoridade. E não adianta negar, sabemos que tudo isso é verdade.
O segredo é não deixar que esse tipo de comportamento, automático e obsessivo, se esconda nas entrelinhas da vida e se torne inconsciente. Esse é o tipo de coisa que nos engole pouco a pouco e permite que um determinado paradigma crie raízes. Assim, o mundo atual se aproveita dessa inércia como combustível para sobreviver. Medo, desdém, frustração e obsessão alimentam o culto ao Eu e criam demanda para as ilusões que nos vendem como liberdade.
Quer saber dos outros tipos de liberdade? Há um em especial que desperta a atenção de poucos, tamanha influência de uma cultura que nos enfia sucesso, vitória e ostentação goela abaixo. Uma liberdade que requer atenção, consciência, disciplina, esforço e, acima de tudo, capacidade de amar e se sacrificar pelo próximo — em pequenos gestos, da forma mais discreta e humilde possível. Isso é o que considero libertador, pois todo o resto te condena a uma prisão chamada “Eu”, construída pela inconsciência de possibilidades, pensamentos automáticos e comportamentos guiados pela inércia.

Veja bem, nada do que falei é glorioso, prazeroso ou tentador, nem deve ser interpretado como sermão ou julgamento. Não se trata de moral, religião, ideologia ou busca pela verdade, mas de um constante esforço em se manter consciente, reconhecer o que é essencial e assumir as próprias escolhas. Em suma, a quebra de paradigmas pode ser um fenômeno inicialmente doloroso, mas igualmente libertador.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Jung sobre a análise:

"Análise não é apenas "diagnóstico", mas antes é compreensão e suporte moral no esforço e experiência honestos que chamamos "vida". Nunca podemos saber melhor, ou de antemão, o que afeta o indivíduo. Só podemos ajudar a pessoa a se compreender a si mesma, a tomar coragem para a tentativa e o desafio. A parte invisível do trabalho vai muito além do que se pode publicar numa revista científica. Devemos ceder espaço ao fator irracional, ainda que tenhamos ódio dele."

Jung em Carta à J. Allen Gilbert, (1867 - 1948), médico e psicoterapeuta americano.


terça-feira, 29 de março de 2016

SE ALIMENTARMOS AS CRIANÇAS COM AMOR, OS MEDOS MORRERÃO DE FOME. 

Para que nossas crianças cresçam de maneira equilibrada, basta alimentá-las com amor para que seus medos e seus problemas emocionais morram de fome…
Ofereça um lar no qual se sintam protegidas e abrigadas: Um lar é criado a partir das emoções das pessoas que o compõem. As centenas de brinquedos em seus quartos não servem para nada se não compartilharmos com eles nosso amor através de gestos de carinho e de cuidado.
Fale com elas de maneira carinhosa: Quando as crianças fazem alguma coisa errada ou se comportam de maneira agressiva estamos acostumados a empregar estratégias de rejeição. Alguns exemplos são dizer “Não te amo mais” ou “Você é muito malvado”. Entretanto, desta maneira elas não irão entender que o que está errado é o que fizeram, e não o seu valor próprio. Por essa razão, as mensagens que devemos transmitir a elas são do tipo “Não está certo o que você fez”. Assim, não iremos diminuir a sua autoestima nem colocar em dúvida nossos sentimentos por elas.
Dê a elas o seu tempo, seu interesse e o desejo de aproveitar os desafios que nos propõem: O que nossas crianças enxergam em nós, para elas, não está presente em mais ninguém. Por isso, é indispensável dedicar nosso tempo e nosso interesse genuíno a elas, e oferecer uma visão do seu mundo de maneira amorosa e incondicional.
Extraído: bibliotecadaantroposofia@antroposofy.com.br

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Caminho se faz ao caminhar

Caminho se faz ao caminhar

Durante nosso desenvolvimento fizemos coisas que nos orgulhamos, outras nem tanto e outros tantos até nos envergonhamos. Porem todo caminho que percorremos nos levou a tornar-mos quem somos, independentes do sucesso ou do fracasso, tudo foi lição de vida, tudo teve seu propósito.
Se hoje estamos aqui é por que o caminho teve aprendizado, caso não houvesse, estaríamos em outra parte do percurso, acredito que em muitos casos damos voltas, retornamos até que tenhamos aprendido a lição.
Somos forjados a alcançarmos um determinado lugar, por isso os risos, por isso as lagrimas. Pode demorar ou não, mas, sempre estamos em evolução.

Mario Souza
Terapeuta Psicológico

11 94350-4959

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

UM CASAL SE FAZ COM DUAS PESSOAS INTEIRAS


O amor exige duas pessoas inteiras. Embora soe lindamente romântica esta história da outra metade da laranja, o que a gente acaba encontrando quando tem esta crença é um monte de metades de limões bem azedos que nada tem a ver conosco. Embora seja poético acreditar na perfeita fusão entre duas pessoas, uma completando a outra como se fossem realmente uma mesma carne, um mesmo espírito, uma mesma essência gera muito sofrimento e desencontros desastrosos.
Se precisamos do outro para ser inteiro, dois problemas surgem: o primeiro deles é a constatação de que não somos inteiros. O segundo é pensar que o outro também não é completo. E se eu sou parte do outro e outro é parte minha, na verdade o outro não existe. Somos algo único, quebrado, fragmentado. Se o outro não existe, não pode haver alteridade também. Se eu sou o outro, ele precisará corresponder a todas as minhas expectativas e satisfazer todas as minhas necessidades.
Se o outro sou eu, ele precisará reagir da mesma maneira a todos os estímulos. Se o outro não existe porque ele é um prolongamento do meu eu, ele não terá individualidade e eu também não a terei porque sou uma extensão do seu ser. Não existindo limites onde termina um e começa o outro, o parceiro precisará sempre agir da forma que agiríamos e qualquer tecla destoante criará um ruído assombroso. No lugar de aprender e ensinar com o outro, os dois vão se repetir o tempo todo como num jogo de imitar o mestre.
Além do empobrecimento da relação, pois relação implica duas pessoas, pode ocorrer um drama ainda mais doloroso: uma das metades aprender a falar mais alto e submeter a outra a uma vida zumbística nas sombras. Quando este tipo de relação simbiótica começa a surgir, o nós substitui o eu e cada pessoa não assume mais seus gostos, opiniões e escolhas. Nós gostamos disso, nós acreditamos naquilo. Casais normalmente compartilham gostos, crenças e verdades. Mas quando um não existe sem o outro, quando um não destoa em nenhum momento, quando cada gesto coincide magicamente temos a sensação de que uma das partes foi eclipsada e tentamos descobrir quem é o objeto e quem é o reflexo do espelho.
Não é à toa que vemos tantas pessoas, principalmente mulheres, abrindo mão de carreiras para se integrar na rotina doméstica de forma mais satisfatória ou simplesmente deixando sonhos e projetos para trás para seguir o marido em suas jornadas. Não é à toa que muitos homens praticamente esquecem que tem uma família depois que se casam. Não é à toa que tanto homens como mulheres deixam hobbies e amigos que alegravam suas vidas antes do casamento. E de repente , aquela pessoa que nos encantou deixa de ser ela e passa a ser uma cópia mal feita de nós mesmos. Uma cópia inexpressiva e sem personalidade.
Em uma relação em que falta alteridade, normalmente sobram cobranças, sentimento de culpa e um distanciamento profundo de nós mesmos. O pior de mentirmos para nós é que com o tempo passamos realmente a acreditar em nossas invenções.

Artigo extraido:

© obvious: http://obviousmag.org.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

CASAMENTO E SEPARAÇÃO


CASAMENTO 

            Casamento é o período em que após as convivências preliminares entre o namoro e noivado, as pessoas acreditam estar prontas para finalmente dar o grande passo. Claro que as diferenças começam a partir deste ponto por que o casar para a mulher é totalmente diferente do casar para o homem.
Os homens casam com o pensamento de que “nada” mude que as mulheres permaneçam com os seios duros. As mulheres casam com o pensamento de que “tudo” mude que ele seja mais atencioso, carinhoso, que haja mais cumplicidade e que ele amadureça.
Lacerda (apud Campos 2000) tem a opinião de que as pessoas não se casam umas com as outras, mas se procuram a si mesmas, e o casamento é uma forma de se encontrar.
Atualmente existe aqueles que encontram seu semelhante com o amadurecimento suficiente para atender seus desejos é claro que após tentativa e erros tem sido substituídas por relações mais maduras, ou seja, as pessoas estão se casando mais velhas e algumas com certa experiência anterior morando antes do casamento sozinha ou com o parceiro.
Rodrigues Junior (apud CAMPOS, 2000) afirma que as novas tendências são uteis por compor outras atividades além das tradicionais do casamento, estranhamente, essas outras coisas podem coincidir com algumas daquelas que, antes se acreditava, cavavam a ruína do relacionamento: são os compromissos sociais, os bens adquiridos com esforço conjunto, os filhos, e até os programas habituais e círculo de amigos em comum.

“As pessoas percebem que há um algo a mais, algo diferente que pode ser alcançado na esfera pessoal, e que vai além de casar e ter filhos. Elas só não sabem bem o que é. E ficam com esse ‘não sei o quê’, doendo dentro delas. Não se discutem as questões do casamento antes de se casar. Só se leva em conta a paixão, sem perceber que só ela não sustenta a relação, compromisso sim. É preciso construir o casamento pensando na valorização de outras coisas além da paixão de Romeu e Julieta” (RODRIGUES JUNIOR, apud CAMPOS, 2000, p.24).
Definir as prioridades

É preciso avaliar o que se está procurando em um relacionamento, assim como é preciso avaliar os objetivos em comum do casal e porque esses desejos devem prevalecer. Deve-se buscar não no outro aquilo que lhe falta, mas, em você mesmo, considero que o autoconhecimento é a base para saber o que esperar de si mesmo e do outro. Não existe formulas magicas, mas se faz uma escolha com base em saber o que se procura.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Agradecer me torna grande, pois quando agradeço tomo algo de outros ou da vida como um presente.


"Agradecer me torna grande, pois quando agradeço tomo algo de outros ou da vida como um presente.
 Isso me enriquece, porque o recebo. Ao mesmo tempo, o que recebo agradecido não pode ser perdido por mim. O agradecimento me permite conservá-lo e aumentá-lo.
Ele atua como o sol e a chuva morna atuam sobre uma planta jovem. Ela floresce.

Agradecer significa:
Tomar o que me é dado,
Segurá-lo nas mãos,
Acolhê-lo dentro de mim,
Em meu coração,
Até que percebo internamente:
Agora é parte de mim.
Agradecer também é:
Aplicar o que me foi dado e se tornou uma parte de mim
Numa ação que permita a outros
Alcançar também
O que me enriqueceu.
Só então o que me foi dado
Alcança sua plenitude..."

good feeling

Adam Pash Editor-in-Chief of Lifehacker https://www.ebanx.com/br/ebanx-dollar-card?referral_code=FB4699887J&referral_name=Mario  Mario Souza na Doctoralia

Pesquisar este blog

Páginas

O outro que há em mim é você.!

Minha foto
São Paulo, São Paulo, Brazil
Uso esse blog para compartilhar minhas reflexoes assim como artigos de interesse em geral. Tratar de assuntos ligado a saúde biopsicossocial.

patrocinadores

 Mario Souza na Doctoralia