segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Familias, jovens e futuro

Falar que as crianças é o futuro do mundo é nescessario falar o que a familia esta fazendo para tornar possivel essa realidade. Se olharmos profundamente os acontecimentos atuais, é de se ter uma grande preocupação, afinal nossos jovens são constantemente noticias de todo tipo de violencia; seja no transito, de arma de fogo, no uso de drogas e outras mazelas mais.
Porem não podemos perder o foco, esse jovens são estruturados nas familias, por mais que possamos imaginar que o meio é que forma os novos cidadãos, na realidade a familia forma e o meio transforma.
temos que buscar no resgate da familia a salvação do futuro do mundo, as familias estão desestruturadas de uma forma quase global. nesse ponto precisamos olhar como anda a familia, como ela é formada atualmente. Na minha humilde opinião, de um lado a familia mudou para melhor, houve uma redução da forma autoritaria, rude baseada em um chefe de familia e seus componentes, hoje uma familia pode ser formada por dois pais ou duas mães, um pai ou uma mãe ou os avós como nucleo e melhor ainda a mais dialogo na maioria delas.
Por outro lado, as familias se antes tinha a mulher como do lar, ou seja, dona de casa, aquela que cuidava dos filhos, hoje ela precisa ganhar seu sustento e de sua prole, ou até mesmo aquela que é formada de pai e mãe, porem os dois trabalham o que não sobra tempo para cuidar da prole.
Essa mesma prole vai para o mundo sem muito contato com a familia e começa se estruturar nos colegas e amigos do bairro e da escola, sendo assim formado pela comunidade e por aqueles com quem tem mais afinidades, é a partir desse ponto que nescessitamos de melhores observancias para conhecer quem é a comunidade de fato ou melhor dizendo, com quem nossos filhos estão aprendendo o que e como.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

BRIGA DE CASAL.

                                                       Briga de casal.
Com os olhos ela avisa que acabou.
Você se conforma em sua magoa.
Ela grita que estará longe quando você se der ao trabalho de ir atrás, sai batendo a porta.
Você finge que não escuta.
 Então o silencio exterior predomina, mas dentro de você a uma agitação intensa que percorre suas entranhas e sobe para lhe invadir os pensamentos, que vá e que seja feliz.
 Mas o vazio que ficará quem irá preencher,
Você corre atrás dela, segura a pelo braço e diz que não acabou ainda, que ela precisa entender que palavras podem desabar qualquer relacionamento, qualquer relacionamento frágil, o que não é o caso de vocês, pois você construiu esse amor na mais profunda e dura substancia humana.
Ela te olha ainda com magoa, mas sem rancor e seus olhos volta a ter o brilho de quem foi e pode ser amada e entende que o que você esta pedindo é simplesmente.
Fica, AME e seja FELIZ.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

REAPRENDENDO A VIVER.

Olhando a chuva molhar o vidro da janela esparramando se pelas ruas e partindo mundo afora, percebo sua caminhada com olhos tristes. Vejo-me sentado vendo o que acontece lá fora sem tomar partido, somente observando, calmo e paciente, aguardando o inevitável como um animal em época de abate. Quando a idade avança você tem que ter aprendido a viver independentemente, caso contrario você sofre em demasia.

Aquele que estruturou a vida ao lado de uma companheira curtiu a vida a dois, planejou seus passos ao lado de quem ama, sem muito a oferecer ao mundo e sem muito a esperar da vida, passa por apuros quando a companheira (o) deixa esse plano terrestre e a solidão bate a porta.

Tem que ter a vida direcionada também ao próximo, precisa de amigos, de atividades, de contato com pessoas, pois a idade quando chega é muito mais suportável ao lado de outros seres.

Construíram-se suas vidas somente a dois, na falta de um o outro se desfaz. Cada item da vida fica atrelado ao outro, hora de levantar, comer, roupa a usar, aonde ir... São dependência que na ausência causa o esmorecimento, apatia e a entrega. O mundo pode ser mais suportável na presença de parentes ou de amigos, quando tem se atividades individuais, hábitos próprios e assim, mesmo na perda, a de se continuar, de dar importância a planos não concluídos, deve-se por em movimento em busca de formas de ser feliz e saber que o viver é o mais importante mandamento divino.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Antes que chegue a chuva


Antes que chegue a chuva...
Antes que chegue a chuva, deixar de preocupar com o que passa na TV,
se é big Brother se é novela ou futebol a entreter.
Antes que chegue a chuva, largar o bar ou diminuir o que beber.
Antes que chegue a chuva, conscientizar em quem votar em quem eleger.
Antes que chegue a chuva, lembrar que onde moro vai alagar e vai descer.
Antes que chegue a chuva, esquecer se o time vai ganhar ou vai perder.
Antes que chegue a chuva, ficar com filhos a proteger.
Antes que chegue a chuva, querer trabalhar, e,
 bolsa família não mais usar como forma de sobreviver.
Antes que chegue a chuva, deixe de lado essa preguiça,
antes que na laje dura alguém te assista.
Antes que chegue a chuva, vá à luta, a busca não desista.
Antes que chegue a chuva...

domingo, 15 de janeiro de 2012

FILME DE SUSPENSE

A camera passeia pela parte dos fundos da mansão e se aproxima
da porta da varanda...Tem tal arte na cena o diretor, que cria um clima
A sala esta vazia. A lente parte,
Então, na direção do quarto...Em cima da cama, uma mulher que teve infarte,
repousa e, devagar, se reanima...
E quando ela percebe que anda alguem ou algo,
Lhe rondando o quarto,, e vem chegando quase a porta, quase a cama,
De susto, a mulher grita! Mas quem ouve,
Demora para ir ver que foi que houve,
e, quando chega, esta sumida a dama.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Téa ( Um conto de Mario S. Degas) parte V


TÉA... (Um conto de Mario S. Degas). Parte V 

Pela montanha dava para ir a varias cidades ao redor dali, gostava de sair pelo campo passar pelas arvores, ver os pequenos animais correndo em fuga, sentir o aroma das flores e o vento balançarem meu cabelo.
Meu nome é Téa e fui criada em um sitio no meio dessa natureza toda. Nesse momento estou pensando na morte do meu padrinho e companheiro de meu pai na juventude. Estou assustada com tudo isso, eu tinha visto a cara do assassino de Big e ele conhecia meu Pai o que tornava tudo mais perigoso. Nessa historia tinha a minha mãe já falecida quando eu nasci. E pelo que eu fiquei sabendo, o matador era na verdade meu tio.
Não cheguei a conhecer nenhum parente fora meu pai e o primeiro contato que tive com um, ele matou meu padrinho. Era vingança porque meu pai tirou a minha mãe da família deles, nossa era demais para minha cabeça.
Ao chegar ao platô, olhei toda aquela beleza, nunca cansava de admirar aquele vale, e tinha medo de ter que abandonar por causa de uma vingança idiota.
Um frio percorreu a espinha daquela moça assustada, Téa pensativa, resolveu voltar. Correu os olhos no terreno em busca de seu pai não encontrando e chamou-o, também não teve respostas, correu para casa ainda chamando pelo pai, entrou olhou a sala, a cozinha os quartos e nada, sua voz já em pânico, viu um bilhete na porta:
Téa, estarei na cidade em busca do seu tio com certeza foi ele que matou o pobre Big, preciso colocar um ponto final nesta historia, filha saiba que eu te amo muito e te peço uma coisa em nome deste amor, Não venha atrás de mim, permaneça em nossa casa, preciso que você faça isso por mim.
Beijos seu pai.
Téa empalideceu, sabia que aquele homem, que era irmão de sua mãe estava acostumado a atirar para matar, seu pai só matava pequenos animais, não seria páreo para aquele homem.
Olhou de um lado para outro, pensou e abriu a gaveta de sua cômoda retirou um embrulho dali e saiu em disparada...

Fim da quinta parte.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

CAMINHOS E CAMINHANTES.


CAMINHOS E CAMINHANTES.

 Não existe para cada um, uma estrada para andar,
 Existe na mesma estrada passo próprio no caminhar.
Se o andar tem sentido próprio, todos tem seu jeito ao passar.
Alguns a passos largos sem olhar o que andar,
Outros a passos lentos a tudo a vigiar.
Têm-se aqueles firmes e derradeiros, outros trêmulos a iniciar.
Sozinhos outros andas para o silencio aproveitar,
a aqueles acolhedores que vai sempre ajudar.
Vez ou outra deve ver os dois compartilhar,
sorrindo a passos suaves como sente a brisa o mar.
Tem daqueles que feliz deixa tudo como esta,
outro atrapalhado bagunça ao passar.
Nesse caminho a cada dia vejam a modificar,
se eram terras e matas virgens hoje asfalto e pedregulhos abaixo dos passos a indicar.
Caminho e caminhante aonde chega outra está.
Por milênios esses passos sempre pode um novo dar.
Caminho e caminhante por onde passa por aonde vá,
 sempre o amor contigo leva, até o dia de parar.






quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Téa ( Um conto de Mario S. Degas)

TÉA (Um conto de Mario S. Degas).
Chegando próximo da mercearia de big, Téa já temia pelo pior.
E não estava enganada, big jazia em uma poça de sangue. Aquela visão lhe causou náusea, misturada com as lagrimas que lhe escorria pela face. Big sempre foi muito gentil, por que alguém lhe fez mal? Essa era a pergunta que lhe acompanharia durante muito tempo. Pensou logo; Papai precisa saber e disparou de volta para casa.
Ao se aproximar do pequeno sitio onde morava, foi avistada por seu pai que carregava um coelho pelas orelhas, vendo a cara transtornada da filha foi ao seu encontro.
__Téa o que aconteceu? Por que esta chorando, em seus braços Téa conta o que viu.
__Não é possível... Quem poderia fazer tamanha maldade com o velho Big?
__Não sei pai, mas tinha um homem com ele quando fui lá, era um senhor muito mal encarado, de aspecto muito estranho.
__Fale mais desse homem__ seu pai disse.
__Era alto, mais alto que Big e tinha uma cicatriz muito feia entre os olhos__falou Téa.
Nisso seu pai fez uma cara de assustado e arregalou os olhos, quem é esse homem pai? Perguntou Téa __ um fantasma, filha respondeu seu pai.
 
Fim da segunda parte.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

TÉA


                                                Téa


Ela caminha lentamente pelo trilho feito no mato a muitos anos por quem desbravou aquela parte do mundo, seus pensamentos eram acompanhados pelo silvo do vento assim como o farfalhar dos galhos que chacoalhavam quando ela passava nada parecia tira-la do devaneio em que se encontrava. Seus pensamentos estavam direcionados ao que presenciara na pequena cidade de Thy com seus quase 200 habitantes e mais uns 40 que moravam pelo campo, os que eram chamados verdureiros. Téa ao chegar à cidade foi à mercearia comprar o que não podia ser plantado no sitio onde morava com os pais. Logo ao chegar percebeu o tom alto e nervoso da conversa entre seu big e um estranho, Téa conhecia todos daquela região e tinha certeza que aquele homem alto forte e de aspecto fechado não morava por aquelas bandas, tinha um ar de forasteiro, de... Não sei como dizer, talvez o termo seja encrenqueiro.

Ao ser atendido percebeu o ar de preocupação de big, que alias era seu padrinho. Entrou cumprimentou os dois comprou e saiu, mas antes de sair percebeu a cara de alivio do senhor big com sua partida. Téa confabulava com seus botões: Não sei, acho que deveria ter ficado um pouco mais com seu big, ele parecia que estava em maus lençóis. Nisso ao chegar ao topo daquele vale, ela ouve um barulho forte... Ela já tinha escutado tiros suficientes para saber identificar aquele barulho, sua nuca se arrepiou no mesmo instante que pensou; Big, e desceu em disparada...

fotografias em infravermelho








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