sábado, 24 de setembro de 2011

HOSPICIO.

A primeira observação que podemos fazer sobre a vida nos hospicios diz respeito a seu enorme e brutal empobrecimento. Em todos os niveis se produzem amputações; não existe qualquer tipo de tarefa, o paciente, não possui nada que possa ser sentido como proprio, nem sequer sua propria roupa, é um mundo unissexual. A amputação mais dolorosa é a amputação da dignidade pessoal: no mais intimo do seu EU o internado se sente desqualificado e coisificado. Qualquer mensagem emitida é reinterpretada pelo pessoal do hospital como "coisa de louco" o que deteriora o sentimento de autonomia,de auto-respeito do paciente. A monotonia e o sentimento de solidao e abandono levam a uma vida sem projeto de futuro, pois " não é dono de seu destino quem não é dono de si".
Creio que aqui é necessario esclarecer um estereotipo, um preconceito coletivo de nossa sociedade com relação aos hospicio, aos manicomios: a noção compartilhada por muitos é de que lá dentro estão os que "perderam a razão" e se encontram em um outro mundo mental, numa especie de pesadelo continuo que vai desde um nirvana prazenteiro ao terror de uma aflição onirica.
No entanto quando se entra no hospicio com a espectativa de ver um mundo terrifico ou sedutor, sofre-se uma desilusão; a sensação é a de se estar numa especie de povoado de mendigos, de gente muito pobre, muito desesperançada, isolada entre si, porem de gente que responde razoavelmente a uma pergunta, que pede fogo ou um cigarro. não se encontra um delirante declamando um discurso, e tambem ninguem tenta atacar. Da se conta de que o chapeu de napoleão ou do louco furioso com uma faca na mão é a projeção da loucura e do temor à loucura da sociedade externa, a qual, além disso, foi quem inventou este "sistema" de cura.

Extraido do livro " Psicoterapia do oprimido".

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Quando o filho vira pai...

Crônica do Walcyr Carrasco, encontrada na "Veja São Paulo" dessa semana, edição, n 2227. Faz alguns minutos que estou tentando tecer algum comentário útil, mas acho as palavras. Parece-me que a crônica é irretocável. Há tempos eu não lia um texto que vai muito, muito além do próprio texto.

"A sogra de um amigo começou a ter pequenos lapsos de memória. Em seis meses, sua condição decaiu bastante. Não se lembra de fatos corriqueiros. E com frequência diz verdades que a família preferia silenciar.
— Você sabia que seu primo não é filho do marido da minha irmã? Nem o pai sabe, mas na época ela me contou...
Meu amigo perguntou: — Na sua opinião, o que a gente deve fazer? Respondi simplesmente: — Cuidar dela. Ele reagiu com surpresa: — Nós não vamos suportar!
Eu me espanto sempre com o espanto. Fui educado por meus pais. Gostaria de ter tido mais dinheiro, quando eles eram vivos, para lhes oferecer uma condição melhor. Ou confortos que não chegaram a ter. Mas eu e meus irmãos conseguimos no mínimo o necessário: um bom plano médico e, quando a aposentadoria minguou devido aos reajustes menores, uma complementação de renda. Quando criança, eu precisava do apoio de meus pais. Quando envelheceram, precisaram do meu. Em maior ou menor medida, para todos nós é assim.

Então, por que a dúvida?
Eu observo que muitos conhecidos meus não aceitam a fragilidade dos pais. Ou põem em primeiro lugar seus próprios desejos. Em vez de companheiros, tornam-se inimigos. Outro dia vi uma amiga atender o celular irritada.

— É minha mãe. Tem um problema atrás do outro!
Concordo: na velhice, muita gente se torna mais difícil. Ranzinza. Às vezes com problemas mentais, como a sogra de meu amigo. Ou simplesmente solitária. Exigem mais. Reclamam. Mas quando eu era bebê não gritava pedindo para mamar? Não atormentava meus pais de noite? Na vida moderna, a gente aprende que é preciso ter sucesso. Dinheiro. E, na luta pelo tal sucesso, muitas vezes a gente se esquece do amor. Como sentir-se bem se a mãe ou o pai está sozinho em algum lugar, com dificuldades? Entre a ida ao shopping e o programa da noite, não é possível ao menos uma visitinha? Se necessário, morar junto, dividir o espaço, mesmo com dificuldades de relacionamento? Ou a palavra “solidariedade” perdeu o sentido?
Sou um tipo meio fatalista. Acho que a vida dá voltas. Um amigo se casou com uma mulher egoísta. Filho único, de mãe separada e sem pensão. Durante algum tempo, a mãe foi sustentada por um tio solteirão. Quando este faleceu, começaram as brigas domésticas: a mulher não admitia que meu amigo desse dinheiro à mãe. Era um rapaz de classe média. Durante algum tempo, arrumou trabalhos extras para ajudar a idosa. Convencido pela esposa, mudou-se para longe. Visitava a mãe uma vez por ano. Para se livrar da questão financeira, ele a convenceu a vender o apartamento. Durante alguns anos, a mãe viveu desse dinheiro. Muitas vezes lamentando a falta do filho, mas o que fazer? Ele sempre tão ocupado, viajando pelo mundo todo, não tinha tempo disponível. Na casa da mãe, faltou até o essencial. E ela faleceu sozinha.
O tempo passou. Hoje esse mesmo amigo, outrora um profissional disputado, está desempregado. Foi obrigado a se instalar com a família na casa dos sogros, onde é atormentado diariamente. A filha cresceu e saiu de casa. Quer seguir seu próprio rumo!
Meu amigo não tem renda, nem bens. Está quase se divorciando. Ficou fora do mercado de trabalho. O que vai acontecer? A filha cuidará dele? Tenho dúvidas, porque ele não a ensinou com seu próprio exemplo.
Pode parecer piegas. Mas acho que a vida é um eterno ciclo afetivo. Em uma época, todos nós somos filhos. Em outra, nos tornamos pais. É nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós."

AS DIFERENÇAS ENTRE RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE


A religião alimenta a mente; a espiritualidade, a alma!!

A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".
A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.
A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.
A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.
A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

(AUTOR DESCONHECIDO)

domingo, 24 de julho de 2011

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...


Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechan...do portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do ´momento ideal´.

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

E lembra-te :

“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão



Texto retirado:Tere Fagundes publicado em CEFAC - CENTRO ESPÍRITA FÉ, AMOR E CARIDADE...

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quando os filhos crescem...

LINDO E VERDADEIRO...

Há um momento, na vida dos pais, em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro.
É
paradoxal. Quando nascem, pequenos e frágeis, os primeiros meses
parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus
estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa.
Então,
um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os
pais, nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família.
Agora tudo é feito com os amigos.
Olham
para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a
mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se
transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico.
É
o momento em que os pais se perguntam: Onde estão aqueles bebês com
cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do
faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo
conseguiam, em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens
para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os
eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo
mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua
alegria.
Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram
sem que eles possam precisar quando. Ontem, eram crianças trazendo a
bola para ser consertada. Hoje, são os que lhes ensinam como operar o
computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição.
A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica.
Ontem, estavam no banco de trás do automóvel; hoje, estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito.
É
o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em
que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre
contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos
tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e
aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao
cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da
tela.
Tempos que não retornam, a não ser na figura dos netos, que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas.
Tudo
o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas
dedicadas aos Espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos,
para estar conosco.
Não economizemos abraços, carícias, atenções,
porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do
crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A vida me ensinou...

 A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do
meu coração; Sorrir às pessoas que não gostam de mim, Para mostrá-las
que sou diferente do que elas pensam; Fazer de conta que tudo está bem
quando isso não é verdade, para que eu possa
acreditar que tudo vai mudar; Calar-me para ouvir; aprender com meus
erros. Afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças;
sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o
mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas; Ser carinhoso
com todos que precisam do meu carinho; Ouvir a todos que só precisam
desabafar; Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de
suas frustrações e desafetos; Perdoar incondicionalmente, pois já
precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso
desse amor; A alegrar a quem precisa; A pedir perdão; A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); A aproveitar
cada instante de felicidade; A chorar de saudade sem vergonha de
demonstrar; Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora
nem sempre consiga entendê-las; A ver o encanto do pôr-do-sol; A sentir a
dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o
que é importante para a felicidade do meu ser; A abrir minhas janelas
para o amor; A não temer o futuro; Me ensinou e está me ensinando a
aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo
como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da
maneira que eu escolher.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

pare reflita



Tudo ou nada. Certo ou errado. Absoluto ou relativo. Grande ou pequeno. Silêncio ou palavra...
Depende do momento, depende da visão de cada um, depende qual a verdade do outro.
Não julgar, não subestimar, não acusar, não condenar.
“Com a mesma medida que medirdes... Será medido”.
O feitiço que vira contra o feiticeiro.
Pare! Reflita e analise o seu comportamento, a sua situação. Não foque sua atenção ‘nos erros’ do outro, cuide apenas de você, para poder expressar-se da melhor maneira possível. Qual o caminho que escolheu para expressar o seu Ser?
A dor?
A dúvida?
A insegurança?
O lamento?
A acusação?

Pare! Reflita e analise!
Na simplicidade de apenas Ser está contida a riqueza de um coração, a alegria da alma, a confiança no Universo, a vontade de prosseguir e melhorar cada vez mais.
O que sua alma diz a você?
Silencie... Ouça sua voz interior, e pare de focar na ilusão, na insegurança... Permaneça em você e faça um bom trabalho com a sua vida... Expresse-a da melhor maneira possível, levemente, docemente, verdadeiramente!

Autoria
Gênice Suavi

sábado, 18 de junho de 2011

Chama Divina

Chama Divina
Ao olhar para tudo o que acontece no Universo que conhecemos,
você perceberá que nada acontece por acaso.
Nada é jogado ao vento, nem se move sem razão.
Estrelas, satélites, planetas, marés, ventos e direções,
seguem um plano ordenado, e podem ser acompanhados por equipamentos.
Se em tudo, existe um motivo, uma rota, um destino,
porque seria diferente com o ser humano?
Somos exatamente aquilo que vamos criando,
com nossas experiências, com nossos estudos, desejos…
Quando nos entregamos aos desejos da carne,
sentimos que tudo fica tão “sem graça”, tudo passa tão rápido.
Ao contrário, quando nos entregamos aos desejos da alma,
a contemplação da vida, das pessoas e de nós mesmos,
descobrimos um mundo totalmente novo
que vai revelando coisas novas a cada instante.
Alma querida,
só você pode mudar o que não está de acordo com o seu desejo.
Só você pode virar esta ou aquela rua, comer esta ou aquela refeição,
fumar este cigarro que mata,
beber esta bebida que tira os sentidos,
usar a droga que finge libertar,
enquanto aprisiona cada vez mais a sua alma.
Alma querida,
só você pode escolher onde seus passos vão te levar.
Por isso, pense…reflita…analise os prós e os contras,
afinal de conta, quem vai receber os frutos daquilo que você plantar,
é a pessoa mais importante na sua vida: você mesmo.
Alma querida,
sorria para a vida que se expressa de mil formas,
e em todas elas, a que mais se destaca, o amor Universal,
te abraça agora em forma de brisa, de chuva miúda,
de frio da tarde, ou do calor do Sol que a todos ilumina,
sem distinção, sem se importar com nenhuma qualidade que julgámos importante.
Não se julgue.
Não se compare.
Não se exalte.
Tudo é luz, inclusive você, chama divina que tudo pode.
Eu acredito em você.


PS: esse me foi enviando pela querida giselia.

sábado, 11 de junho de 2011

O QUE SIGNIFICA VIVER...

Viver significa para nós transformar
incessantemente tudo o que somos e tudo o
que nos diz respeito em luz e fogo e não
podemos agir de outra maneira”

(NIETZSCHE, 2001a, p. 13).

segunda-feira, 28 de março de 2011

A ALMA DO MUNDO.

A ALMA DO MUNDO
Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se
detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver
atravessado mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de Deus que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.

Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera, a inferior julga;
a superior alivia, a inferior culpa;
a superior perdoa, a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!

domingo, 6 de março de 2011

Amadurecimento

O Amadurecimento Não é em Função da Idade,
Mas Sim o Resultado do Acúmulo de Experiências
Ao Longo de Toda Nossa Vida.
Por Muito que Hoje Nos Julguemos Maduro,
Com Certeza, Amanhã Estaremos Ainda um
Pouco Mais.
O Desenvolvimento de Todo Ser Humano é Constante
E Dinâmico e Jamais Cessa, e Cada Dia é Mais uma
Lição que Aprendemos na Fantástica Escola da Vida.
Não Devemos nos Julgar o Dono da Verdade, O Senhor
Da Razão, da Sabedoria e da Experiência.
Temos Ainda que Aprender Muita Coisa em Nosso Caminho,
Por Isso Sejamos Amigo da Humildade.
Nos Seres Humanos Sempre Seremos um Eterno Aprendiz
Na Escola da Vida, Em que Acumulamos Experiências Após
Experiências Até o Dia de Nossa Passagem.
Devemos nos Conscientizar de Nossa Grandeza, de Nossa
Magnitude, Como Filho de Deus que Somos, Mas Sabendo
Ser Humilde na Demonstração de Nossas Experiências.
O Amadurecimento Deve Andar Lado a Lado com a
Humildade...Ambos São Irmãos e Jamais, sob Qualquer
Circunstâncias, Sejam Elas Das Mais Adversas, Devem ser
Separados Um do Outro...
O Único Limite às Nossas Realizações de Amanhã
Serão as Nossas Dúvidas de Hoje; Viver Uns Para os Outros
Não é Somente a Lei do Dever, Mas a da Felicidade

domingo, 27 de fevereiro de 2011

CONSTRUÇÃO.

De tudo o que ganhamos
nesta vida
devida
é o dia-a-dia
que não deixamos passar
em branco
como fútil enxovia.

Arredado o pranto
que a convicção
tem o tamanho do coração
construímos
futuro
seguro
com a força dos braços
de nossos ideais.

Alguns embaraços
se nos deparam
no caminho
percorrido
até alcançar
sem parar
a vontade primeira
que será nossa
por inteira.

E assim de uma utopia
que roça
nos seixos da praia
deixemo-la
cavalgar
como galgos de espuma
até alcançar
o mar
distinto
que por instinto
da natureza
nos sobrevirá
e à nossa grandeza.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

DOIDAS E SANTAS


DOIDAS E SANTAS

Estou no começo do meu desespero/ e só vejo dois caminhos:/ ou viro doida ou santa."
 São versos de Adélia Prado, retirados do poema "A serenata".

 Narra a inquietude de uma mulher que imagina que mais cedo ou mais tarde um homem virá arrebatá-la, logo ela que está envelhecendo e está tomada pela indecisão - não sabe como receber um novo amor não dispondo mais de juventude. E encerra: "De que modo you abrir a janela, se não for doida? Como a fecharei, se não for santa?' Adélia é uma poeta danada de boa. E perspicaz. Como pode uma mulher buscar uma definição exata para si mesma estando em plena meia-idade, depois de já ter trilhado uma longa estrada onde encontrou alegrias e desilusões, e tendo ainda mais estrada pela frente? Se ela tiver coragem de passar por mais alegrias e desilusões - e a gente sabe como as desilusões devastam - terá que ser meio doida. Se preferir se abster de emoções fortes e apaziguar seu coração, então a santidade é a opção. Eu nem preciso dizer o que penso sobre isso, preciso? Mas vamos lá. Pra começo de conversa, não acredito que haja uma única mulher no mundo que seja santa. Os marmanjos devem estar de cabelo em pé: como assim, e a minha mãe??? Nem ela, caríssimos, nem ela. Existe mulher cansada, que é outra coisa. Ela deu tanto azar em suas relações, que desanimou. Ela ficou tão sem dinheiro de uns tempos pra cá, que deixou de ter vaidade. Ela perdeu tanto a fé em dias melhores, que passou a se contentar com dias medíocres. Guardou sua loucura em alguma gaveta e nem lembra mais. Santa mesmo, só Nossa Senhora, mas, cá entre nós, não é uma doideira o modo como ela engravidou? (Não se escandalize, não me mande e-mails, estou brin-can-do.) Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar "the big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir, às vezes, que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo para o alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar uma cafetina, sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha. Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três destas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascinante. Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Ultima Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra.

sábado, 15 de janeiro de 2011

"Quantas vezes você já sorriu para disfarçar uma lagrima teimosa?

"Quantas vezes você já sorriu
para disfarçar uma lágrima teimosa?
Quantas vezes quis gritar
e sufocou o pranto?
Quantas vezes quis sair correndo
de algum lugar e ficou, por educação,
respeito ou medo?
Quantas vezes você esqueceu
seus problemas e com um sorriso
no rosto foi ajudar
quem precisava de você?
Quantas vezes tudo o que você desejou
era apenas um abraço, um consolo,
uma palavra amiga
e só recebeu ingratidão?
Quantos passos foram necessários
para chegar até onde você chegou?
Quantos de seus amigos
sabem olhar pra você e perceber
que você não esta bem?
E quantos desses "amigos"
se importam em te ajudar?
Criticar é fácil, mas usar o seu sapato ninguém quer,
vestir as suas dores ninguém quer...
O que posso dizer é que agarre as pessoas que você ama e que te amam também..
aproveite a companhia delas.
Hoje, Amigos de verdade são jóias raras.
Não deixe pra amanhã para mostrar a eles
o quanto são importantes para você."

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

DOIS MINUTOS DE SILENCIO.

Não me canso de admirar a vontade brasileira em que ao ver nosso semelhante em momentos de aflição de desespero, esquece imediatamente das diferenças bairristas e coloca em primeiro plano a ajuda, o servir em prol do seu irmão, seu conterrâneo e cria essa capacidade de ajudar o próximo, mesmo sem quase nada possuir, ainda assim tira uma parte para quem precisa.
Com a chuva que deus me perdoe o termo, castiga os estados e mostram a precariedade dos locais em que vivemos os desastres, as inundações que geram calamidade, os morros que desabam em cima desse povo, que escolheu a alegria como forma de vida. Que abriu mão do direito a morar em seu estado para tentar a “sorte” em outro local. Que mesmo nos momentos difíceis, sempre tem um sorriso, um abraço para quem chega.
 Enquanto os nossos governantes tomam champanhe importada, comem caviar, dando a costa para o povo, esses mesmos eleitores que votaram maciçamente em um candidato por ele “dizer que pior não fica”. Sente na pele o abandono das autoridades eleitas.
Sem entender por que o castigo, o sortilégio, não percebe que aquele em quem votou não é mais o mesmo que lhe pediu voto, que lhe abraçou e sorriu para seus filhos.
Dois minutos de silencio se faz necessário nesses momentos de turbulência,
 Um minuto pelas vitimas, por aqueles que perderam filhos, pais e amigos, suas casas, seus moveis e suas esperanças, pela falta do direito de viver e criar seus filhos de forma digna,
 Outro minuto por nossas escolhas ou falta dela, por não saber votar ou votar sem saber, por acreditar em um sujeito que diz “pior que esta não fica” e torná-lo o político mais votado da história. Aqui presto meu pesar por nosso povo e nossas escolhas.

sábado, 8 de janeiro de 2011

pense nisso.

                                                           Pense Nisso
Eram aproximadamente 22:00 horas quando um jovem começou a se dirigir para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir:
- 'Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo.
Eu irei ouvi-lo.
Farei tudo para obdecê-lo'
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
- 'Pare e compre um galão de leite'.
Ele balançou a cabeça e falou alto:
- 'Deus? É o Senhor?'.
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento:
- 'Compre um galão de leite'.
'Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite'.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil...
Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:
- 'Vire naquela rua'.
Isso é loucura...
- pensou
- e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua.
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalão ele falou alto
- 'Muito bem, Deus. Eu farei'.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.
Ele brecou e olhou em volta.
Era uma área mista de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam
escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro
lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo:
- 'Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua'.
O jovem olhou a casa.
Ele começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se. -' Senhor, isso é loucura.
Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?'.
Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Finalmente, ele abriu a porta...
- ' Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas.
Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem.
Eu quero ser obediente.
Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem
imediatamente, eu vou embora daqui'.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha.
Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem soou alto:
- 'Quem está aí? O que você quer?'
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.
Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pe
na sua soleira.
- 'O que é?'.
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
- 'Comprei isto para vocês'.
O homem pegou o leite e correu para dentrofalando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.
O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
- 'Nós oramos.
Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.
Sua esposa gritou lá da cozinha:
- 'Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite...
Você é um anjo?'
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e
colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.
Ele teve certeza que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.
:


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O QUE SENTIMOS E O QUE DESEJAMOS.

Por vezes nos sentimos impotentes diante das próprias limitações.
Gostaríamos de fazer tanta coisa, de mudar as situações que nos infelicitam e fazem sofrer aqueles que nos rodeiam, mas não logramos sequer dar o primeiro passo. Os problemas do mundo são tantos que temos a impressão de que não há nada que possamos fazer, considerando a nossa pequenez.

Talvez você também já tenha pensado em desistir do bem e deixar que as coisas sigam ao sabor dos ventos. Talvez você desejasse ser tanta coisa e muito pouco consiga ser, mas mesmo assim, nunca desista do bem.

Há dias em que você desejaria ser um grande e produtivo pomar. Ante a dificuldade de consegui-lo, torne-se uma árvore frondosa e acolhedora, que produza flores e frutos.

Por vezes, você gostaria de ser uma fonte cristalina. Não o logrando, transforme-se num vaso de água fresca e aplaque a sede de alguém.

Você desejaria ser uma montanha altaneira a apresentar horizontes infinitos ao homem que a conquistasse. Diante da impossibilidade, seja um degrau humilde para a ascensão de quem ambiciona a glória estelar.

Você pretenderia ter um sol emboscado no coração, a fim de clarear os viajantes da noite. Em face do impedimento, acenda uma lâmpada de esperança no caminho de um desalentado.

Você almejaria ser um jardim de bênçãos para o enriquecimento da paisagem dos homens. Não o conseguindo, converta-se numa flor, abençoando com seu perfume, a estrada dos desesperados.

Você ambicionava as gemas preciosas do seio generoso da terra, a fim de diminuir a dor e a miséria dos caminhantes da aflição. Não as possuindo, distenda a palavra de renovação como pérola de inigualável valor, só erguendo quem se recusa a levantar para prosseguir na luta.

Você pensava em escrever poemas de engrandecimento à vida, enriquecendo as mentes e os corações com painéis de luz e sabedoria. Na impossibilidade de fazê-lo por lhe faltarem os requisitos essenciais, redija uma carta singela com expressões de amor, a quem se encontra na curva da queda e perdeu a confiança na afeição dos outros.

Você esperava a melhoria das criaturas e do mundo. Decepcionada por não poder alcançar essa difícil meta, erija no altar dos sentimentos um santuário à fraternidade e ao dever superior.

Não desista do bem, não desfaleça no bem, não duvide da vitória do bem.
Agasalhe-o no imo da alma e seja uma expressão do bem em triunfo, mesmo convertido num grão de mostarda que, todavia, produzirá estímulos vigorosos para o bem de todos.

Seja qual for a situação, jamais desista de fazer o bem. Jamais duvide da força do bem, porque o mal não tem vida própria, ele só se insinua quando o bem não está presente.

O mal, assim como a sombra, bate em retirada aos primeiros raios de luz.

Faça o bem em toda parte com as mãos e com o coração, orando e esclarecendo, a fim de que o trabalho da verdade fulgure em teus braços como estrelas luminescentes em forma de mãos.
(Autor desconhecido).

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

NA BEIRA DO CAIS

                         Na beira do cais

O vento me acompanhava soprando suas historias,
 A brisa teimava em espalhar o aroma de sal do mar,
 O sol nos acompanhava lá de cima a nos vigiar.
Daquele cais dava para avistar,
Um barquinho brigando com o mar para se aproximar,
Mas era arrastado de volta com a força do mar,
Em sua luta incessante ele deveria ganhar,
Para outro dia velejar do cais ao mar.

good feeling

Adam Pash Editor-in-Chief of Lifehacker https://www.ebanx.com/br/ebanx-dollar-card?referral_code=FB4699887J&referral_name=Mario  Mario Souza na Doctoralia

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